Noah Charney, uma das maiores autoridades do mundo em crimes contra a arte, constrói em O LADRÃO DE ARTE uma trama na qual três roubos são investigados simultaneamente em três cidades. Mas esses fatos isolados têm mais em comum do que se pode imaginar.

Uma seqüência desconcertante de falsificações, pinturas dissimuladas com engenhosidade e traições desdobra-se à medida que a história avança em salas de leilões, museus, galerias européias exlusivas - e lugares secretos onde pinturas de valor incalculável tornam-se disponíveis a colecionadores que não se deterão diante de nada para satisfazer seus desejos.
Livro: O LADRÃO DE ARTE
Autor: NOAH CHARNEY
Editora: Intrínseca
1ª Edição (2008)
Páginas: 320
ISBN: 9788598078311
Comentários de alguns dos Ts&Ts sobre O LADRÃO DE ARTE:
Beta Langdon: Achei esse livro chato (muito chato!!!) e pedante (muito pedante!!!). A gente percebe de cara que é o primeiro livro de um autor pretensioso e cru. Noah Charney pode ser "a maior autoridade do mundo em crimes contra a arte", como afima o marketing dele, mas não é um bom escritor de romances e muito menos de thrillers.
H. Ester: Foi duro chegar ao final desse livro. Totalmente amadorístico e sem tempero. Os personagens são mal construídos e o leitor fica sem ter por quem torcer. Há algumas tentativas, todas fracassadas, de humor, que ainda pioram a situação. A trama, com excesso de núcleos, é confusa e em alguns momentos, fica a impressão de que o autor estava mais preocupado em falar dos bastidores do mundo da arte, de como os ladrões e falsários atuam e, principalmente, mostrar o seu imenso conhecimento sobre o assunto, do que em criar uma história envolvente.
Léo Bloom: A trama de O ladrão de arte começa muito bem, em Roma, mas vai perdendo fôlego, até que, no meio, já não tem a menor graça. Fizeram muita espuma para pouco sabão na época do lançamento, mas o resultado foi decepcionante. Mas, pelo menos, o livro serve para esclarecer alguns detalhes sobre o mundo dos ladrões de arte. Embora uma obra de não-ficção funcionasse bem melhor nesse caso.
Bentinha Escobar: Um livro bem escrito, interessante, revelador, mas que não é nem um centésimo do que a imprensa andou dizendo por aí. Me senti enganada pela mídia. A dupla de detetives franceses é ridícula, nenhum personagem tem um pingo de carisma e o Gabriel Coffin, que o autor pretendia que fosse uma das estrelas da história, é completamente patético. Mas as duas coisas mais irritantes nesse livro são os diálogos em língua estrangeira (quem não fala francês ou italiano se ferra) e os monólogos intermináveis de alguns personagens quando conversam ao telefone, sem que se ouça (leia) a voz do interlocutor. A intenção de Noah Charney talvez tenha sido a de inovar, mas tudo o que ele conseguiu foi piorar um livro já suficientemente decepcionante. Foi pena, porque o tema prometia e nas mãos de um Ken Follett da vida daria uma grande história.
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Nota de Flavia Andrade: O ladrão de arte foi lançado também em Portugal, pela Civilização Editora, que, num bem bolado lance de marketing, criou um hotsite muito bonito para o livro. Como a Editora Intrínseca não fez o mesmo por aqui e o site é em português, os leitores brasileiros também podem usufruir dele e usá-lo para ter uma idéia do livro antes de comprá-lo. É só clicar AQUI